segunda-feira, 18 de maio de 2009

Nova Parecença!





Oia!... nois de visual diferente... 

Não tão diferente né......rs, a barba e o cabelo continua, mas em menor volume!

Mas o importante é que continuamos dia apos dia lindo como sempre!.... eheheh o blog é meu, escrevo que quizer.....rs

Continue visitando.... 

Ah!... se possivel deixem recados, isso é necessario pra dar uma ajuda moral, pra que essa joça aqui continue no ar...

Abraços a todos

Shal...

segunda-feira, 27 de abril de 2009

MOMENTOS...






















   

As vezes precisamos largar mão das correrias, das mesmices, e procurar outras coisas pra fazer, logo nestes termos uma viagem é revigorante. Foi então que entre os dias 17 e 24 de maio realizei uma pequena viagem, fui rever velhos amigos, velhos lugares...Precisava dar este tempo pra mim.

As fotos aqui postadas mostram um pouco de cada coisa... Entre as que me marcaram nesta viagem, temos a Beit localizada no Canaã, (conhecida também como Beit Rio Branco, que na verdade fica no município de Lambari D´oste...rs) onde passei parte de minha infância. A foto digitalizada da revista “The Fellowship Herald” de setembro de 1989, (nois é xique bem, inte eu to naquela foto, criança, mas estou....rs) mostra a velha “igrejinha” de palha, e a nova construção que foi na época inaugurada pelo (Min. Altair) Rosh Yishai. Nesta viagem a fotografei, e coloquei ao lado da foto da revista. Alguns anos se passaram, já são mais de 20 daquela Beit... Que se diga de passagem, foi a primeira do Centro Oeste do Brasil.

Fotos:

A 1ª e a 2ª já foram relatadas; na 3ª temos: Rosh Emanuel, Edmundo e Yochanah; Na 4ª foto temos a nave e parte dos chaverin; Na 5ª e 6ª foto temos o Rosh Emanuel e seu filho Ezequias bem como uma bela especime de Piavuçu; Na 7ª, 8ª e 9ª temos a Eunice e eu, e alguns lambaris; Na 10ª tem uma colheita de cana; Na 11ª minha bike e eu cortando o estradão; Na 12ª o Chaver Cleves e sua esposa Maria; Na 13ª a querida irmã Antonia (fiota) e eu; Na 14ª temos ao fundo o velho posso que ficava na varanda da nossa casa no sitio, é a única coisa que sobrou o resto virou tudo pasto (saudades de minha infancia querida...); Na 15ª temos o tio Josias (Do) e tio Jairo e eu, na plantação de Teca deste; Na 16ª o Chaverin Paulo e Marli e seus filhos Jesiel e Josiane; Na 17ª temos a Ester, Eunice, Ezequias; Na 18ª uma velha arvore que subsiste firme a passagem do tempo, localizada na serrinha do Sr. Tael; Na 19ª estamos fazendo o percurso: Cabaçal para Beit, uns 14 km mais ou menos; Na 20ª num delicioso Cabalat Shabat na casa do Rosh Emanuel, e por fim 21ª foto retratado de cima da ponte, o Rio Cabaçal.

Foi mior di bão.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Algo Para Refletir!


Já que estamos em clima de Páscoa, sendo que a Judaica foi dia 09-04-2009 e a Cristã será no próximo dia 12-04-2009, achei por bem compartilhar deste texto de Luiz Fernando Veríssimo com os que por aqui passarem.

Qual é a Coerência da Páscoa "Cristã"?

Porque "Ninguém" se atenta para o Pessach Judaico, que busca seu embasamento tão somente na Biblia?

Vamos ao texto:

- Papai, o que é Páscoa?

- Ora, Páscoa é ... bem .. é uma festa religiosa!
- Igual Natal?

- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos .. Mamãe, Jesus era um coelho?
- Que é isso menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a Ilha da Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas quando você for no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era, era melhor, ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia que ele morreu?
- Isso eu sei: na sexta-feira santa.
- Que dia e que mês?
- ??????? Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na sexta-feira santa e ressuscitou três dias depois, no sábado de aleluia.
- Um dia depois.
- Não, três dias.
- Então morreu na quarta-feira.
- Não, morreu na sexta-feira santa ....... ou terá sido na quarta-feira de cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é sábado de aleluia, e o pessoal vai fazer a malhação do Judas.Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se ele morreu na sexta!!!
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- É, boa pergunta. Filho, atende o telefone pro papai. Se for um tal de Rogério diz que eu saí.
- Alô, quem fala?
- Rogério Coelho Pascoal. Seu pai está?
- Não, foi comprar ovo de Páscoa. Ligue mais tarde, tchau.
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Coitada!
- Coitada de quem? - Da sua professora de catecismo!!!"

Texto: http://mais.uol.com.br/view/e8h4xmy8lnu8/pascoa--luiz-fernando-verissimo--04023670D0A19326?types=A& Pesquisado no dia 08-04-2009 as 20:30hs.
Foto: http://petragaleria.files.wordpress.com/2007/11/2005_pascoa_easter.jpgPesquisado no dia 10-04-2009

domingo, 29 de março de 2009

Batendo Cartão


Batendo cartão - Pra não passar em branco.

********************

Em viagens, por caminhos e veredas esteve...

Contemplou a esfinge com seu olhar penetrante e terno, mas por vezes voraz e aguçado... Contemplou de perto bom como de longe. Seu nariz peculiar chamava a atenção... E sua boca ressequida pelo calor desértico, sempre foi untada pelas lagrimas, devido a escassez das vezes que viu água...

Numa outra viagem, pelos alpes esteve; mas seu pico não alcançou. Cavalgou nas escarpas das belas montanhas e em seus valados fez repousar sua cabeça, dando alento ao seu corpo abatido pelo cansaço...

Nas cavernas mais profundas e misteriosas, onde aventureiro algum explorou; fez beirar sua cavalgadura. Sentiu mistérios advindo das mesmas; circundou com seu belo alazão e a galope saíram com promessas e vontade de um dia retornarem.

Em suas viagens, várias vezes no mundo deu volta, mas quando voltava não mais se achou; pois a distância mais longa que ele poderia percorrer era dele a ele mesmo... e assim o viajor continuara solitário.

Fragmentos de um poema... Foto: http://www.fotosearch.com.br/CSP002/k0021831/

**********************************************

Estamos preparando uma serie sobre o termo: LEI, analisando pelos vários prismas existentes o que concerne tal nomenclatura e seus fins. Aguardem.

domingo, 22 de março de 2009

Nois veio pra ficar!



Poxa!... você não da nem sinal de fumaça mais, não é?!

Quantas vezes já ouvimos esta fala? as vezes sempre a uso, quando deixo recado ou quando encontro alguem que a tempos não via ou me comunicava.

A comunicação é algo inerente a todos os seres vivos (pra não entrar na complexidade da eletronica que também se comunica). Sem ela não somos ou podemos fazer nada, e se fazemos estará fadado muitas vezes ao fracasso.

Criei este Blog ja à algum tempo, e minhas postagens aqui tem sido raras, ou por falta de tempo ou por descuido, sendo este o mais aplicavel, pois tempo sempre temos quardado em algum lugar. Com o intuito de faze-lo um atalaia para meus pensamentos o criei. Bem como para recepcionar e compartilhar ou discordar de ideias e ideais. Buscando meio de aprender cada vez mais, sendo assim um "eterno aprendiz".

Na sexta a noite (20-03-2009) encontrei por um acaso um velho conhecido, colega de jornada no curso de História, que também tem um blog - O Cacerense - Um livre pensador: Sandro Miguel. Por alguns minutos conversamos... e durante a conversa ele me cobrou as atualizações neste blog, (que por sinal a útima foi no ano passado - Neste interim o Odair josé também sempre me cobrava atualizações). Foi mais um incentivo para poder levar a cabo o que sempre vinha me prometendo a tempos: Manter atualizado meu blog.

Tenho muito que aprender no que concerne as configurações de um blog. Pois olhando blogs como do Sandro Miguel e do Odair José, e visivel o quanto este precisa de uma ajustada em seu visual. Mas chegaremos lá.

Este Blog não comunga com apenas uma linha de pensamento, mais navega nos planos das ideias, que irão do "santo" ao "profano"; do "serto" ao "herrado"; de coisas "transcendentais" a coisas "demasiadamente humanas"; que vai do intangivel ao palpavel. Logo você poderá encontrar aqui varios tipos de artigos e pensamentos.

Bom, é isso ai! Estamos de volta é espero que pra ficar definitivamente.

Tenham um ótimo dia

Nos vemos pela vida

Shal

Creditos: Fotos extraídas de: http://www.your-soul.com e http://www.poracaso.com

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

ENTÃO É NATAL...




"... Quando os magos encontraram Jesus, em casa, Ele estava perto da idade de dois anos. Como se pode ver, não se tratava mais de um recém nascido".
Rosh Yishai ben Yehudah.

  Como fazer para explicar ao Peru o sentido do natal? Este provérbio popular é usado em casos de grande complexidade paradoxal, pois explicar ao peru o sentido do natal, ou poderíamos ainda dizer o sentido do dia de ações de graças, não é tarefa fácil, por assim dizer.
  Lendo a entrevista de Roger Chartier concedida a Revista Presença Pedagógica, e analisando questão por questão imbuído em achar um recorte, uma fala, algo que me fizesse pensar com o autor, numa proposta de redigir um texto criticando ou apoiando algo, como uma letra de música, um artigo, enfim, coisas de nosso cotidiano. A prática constitui as representações em ação, captadas nas condutas do cotidiano ou no ordenamento dos rituais sociais – Chartier.
  Minha primeira proposta era analisar uma letra de música frente ao texto de Chartier, mas, durante a leitura pensei na questão do natal, que esta tão disseminada em nosso convívio, tão impregnado que é uma aventura, não muito bem vinda trilhar pelo caminho das indagações quanto a essa prática e essa representação que é o natal.
  Quando digo que não é muito bem vindo trilhar por esse caminho, refiro ao fato de já estar tais práticas e representações tão impregnado em nosso meio que o escrever, o falar, o indagar, o levantar suspeitas contra tais praticas é tido como loucura , e esse discurso não interessa a “sociedade”, sobre tudo a capitalista, que faz desta data ANACRONICA, seu meio de explorar pela FÉ, os incautos ou aqueles que simplesmente não faz conta e não querem saber o “real” sentido do natal – se é que há ai um sentido – e muito menos se tal ato ou data tem de fato resquícios ou fundos de verdades.
  Gosto muito da fala de Jean Jacques Rousseau – 1762, quando diz:
A maior parte das nações, como a dos homens, somente é dócil na mocidade, envelhecendo, tornam-se incorrigíveis; logo que os costumes estão estabelecidos e os preconceitos arraigados, é vão e perigoso querê-los reformar; o povo nem pode aturar que se toquem seus males para os destruir, semelhante aos enfermos estúpidos e covardes que tremem ao ver o médico.
  Se nos estamos tão arraigados com nossas crenças e crendices tais como foram nos passada pela historiografia ou por qualquer que seja o modo que até nossos dias tem chegado, e se não temos um mínimo de despertamento no sentido de requerer, de analisar, de repensar tais práticas então estaremos como disse Rousseau agindo como os pacientes ao ver o médico.
  A pretensão deste modesto texto não é esclarecer os fatos, contar a verdade, mas juntamente com o autor proposto e outras leituras, levantar questionamentos e por em cheque nossas praticas e representações, indagar se estamos vivendo nossa vida ou vivendo a vida que outros querem que vivamos, se pratico esse ou aquele ato por fé ou por convicção ou por maioria de voto , se estou ciente que tais praticas não condiz com a sua origem e se as prático é por mera vontade de praticar ou por ingenuidade.
  Como se diz na psicologia, onde acaba a explicação lógica (cientifica) parte então pra fé, é fé na psicologia é algo supremo que não se contesta e nem se indaga, (lógico há exceções a regra). Mas dentro da tradição e cultura judaico cristã a fé é questão de divergentes debates, e numa análise profunda dos textos bíblicos a fé é algo único, algo que apesar de ser debatida, tem de ter coerência com os textos da bíblia.
  O que vemos hoje é as praticas e representações totalmente desamparadas dos textos da Bíblia, tais como foram escritas, me refiro aqui a meu tema estudado que é o natal, e com o passar dos tempos tomou corpo em si mesmo e não há mais a indagação de que o que vemos hoje por ocasião do ultimo mês do ano é na verdade mais um Show de pagandice do que algo regido pela crença de origem de nascimento de tal cidadão, pois uma vez Ele sendo judeu, sua fé, sua crença, seus afazeres eram todos judaicos e não admitia adoração a divindades extras judaicas na sua religião, e creio que todos sabem que a Bíblia foi escrita por judeus, as ordens e mandamentos e outros afins ali registrados foram dados aos judeus e eles foram os detentores destas ordenanças.
  Quero dizer com tudo isso que dentro do seio da religião judaica cristã foi introduzida crenças de outros povos por parte de Roma e o seu principal regente foi Constantino , que em 313 legaliza o cristianismo como religião do Império Romano – Revista Veja – 15 de dezembro de 1999, tudo isso para não perder ou tentar manter-se no poder frente as divergências entre romanos e cristãos, e pra agradar a todos incorporou a figura de Yeshua (Jesus) ao dia comemorado pelos pagãos como o dia do nascimento do deus Sol Tamus, que era dia 25 de Dezembro. Em 319 o Cristianismo incorpora ritos e costumes pagãos. O Natal passa a ser celebrado no dia 25 de dezembro, dia do deus Sol, e o culto à Virgem Maria substitui o de Cibele, mãe dos deuses romanos – Revista Veja – 15 de dezembro de 1999. Como vemos, não somente a questão da Natal foi arquitetada pela cúpula de Roma, temos uma gama delas. Que dia que ele nasceu, não se sabe! E também não vem ao caso, a questão aqui é que ele não nasceu em dezembro e muito menos no dia 25 deste.
  Transcorridos tanto tempo deste acontecimento (nascimento de Yeshua), vemos em nossa atualidade o pouco causo que se faz com personagem em si, suas, por assim dizer “reais” razões, e é dada notoriedade a tradições populares e pagãs , sem ser questionado o motivo de tais práticas.
  Pela História Cultural proposta por Chartier, que pretende romper com as distinções primordiais tidas como evidentes – eruditas / popular... postula identificar o modo como em diferentes lugares e momentos uma determinada realidade é construída, pensada, dada a ler. Varias verdades temos do Jesus bíblico, e em diferentes lugares e momentos uma verdade, uma prática, uma significação dEle foi construída para dar cabo a algum intento maior. Inclusive a desjudaização do mesmo.
  Apesar de que para parte dos Judeus naturais, o Jesus não é o Messias, eles não negam a existência de uma pessoa que viveu e foi morto no período em questão na Judéia , não foi dado ênfase por eles a essa questão. Jesus continuava a ser um simples homem mortal, e isso todos os cristãos do primeiro século não duvidavam, e assim o foi, conforme textos bíblicos, até o Concilio de Nicéia em 325 quando Jesus foi elevado a condição de Deus, ou seja, o Segundo Deus, o Deus filho. Partindo desta data o nome de Jesus foi sendo divulgado cada vez mais, mas de modo adverso do que era crido pelos seus seguidores imediatos e do que foi deixado escrito no conhecidíssimo Novo Testamento. Para conter qualquer protesto não foi medido esforço em abafar qualquer pensamento ao contrario, bulas foram emitidas, decretos chamados dogmas foram editados.
  Hoje vemos o natal disseminado mais como data festiva comercial do que um ato de religiosidade, onde um Jesus Deus e lembrado, aliais um menino Deus, onde ninguém rompe com as evidencias, onde também não interessa romper, pois como muitos dizem: o que vale é a intenção. Mas que intenção é esta que macula, rompe, quebra a própria tradição que muitos dizem estar seguindo? Onde no contexto bíblico se acha escrito que os pastores de ovelhas e magos estiveram juntos na manjedoura ? Como pode uma família pobre como era tal família do relato compactuar com uma imensidão de atos ilógicos e impensados, tais como é o comercio ou venda das almas?... Continua ai um paradoxo.
  Romper com as evidencias, destruir o inquestionável, indagar o obscuro não é tarefa fácil de fazer, ainda mais numa sociedade alienada e homogeneizada que vivemos hoje, onde destoar por mínimo que seja do discurso oficial é motivo de desprezo, onde quem se propõe a tal é tachado como louco.
  Vemos, pois uma crença, vontade de crença que mesmo regido pela fé, que é algo maior e sublime, tem que ter coerência, pois onde não se explica mais nada é que a fé entra e penetra o mais profundo dos sentimentos e pensares. Vemos porem que alguns fatos do nascimento se explicam, logo aqui usamos a razão e não a emoção, ou seja, a fé aqui não tem tanta razão de ser.
  Fico chocado e estarrecido é com a gama de religiões existentes e que se auto denominam propagadoras dos ensinos bíblicos do Rabino Yeshua, praticar tais atos que tem suas origens em crenças extras bíblicas (pagãs) e não condizem com os ensinamentos deixados aos Hebreus que Jesus veio pra cumprir e não dar fim . Quanto mais acadêmicos que tem acesso as historiografias, se deixando levar “pela história oficial”.
  Uma vez que temos mecanismos para contestar e rever nossas práticas, analisar nossas representações, devemos fazê-la; fazê-las sim, no sentido de pensar nosso cotidiano e não em rotular o pensamento dos demais... se bem que ai há o maior dos paradoxos !... Como fazer então? Fica a questão pra imaginação e pensamento de cada um de nós.

Este artigo contêm várias notas de rodapé... Não sei como colocar aqui. Bom, mas creio que da pra ter a noção exata do que quero passar. Gracias.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Faz Tempo!

Pois é!.. já esta passando da hora de nois atualizar essa bagaça aqui, fazia tempo que não escrevia nada, um dia ainda vou atualiza-lo dioturnamente...
Pra que estou escrevendo isso?!.. sei lá, acho que ninguem passa aqui, mas enfim, eu passo e sou alguem, pode crer!.... heheehhe

Um forte abraço aos possiveis navegantes que por aqui passarem...

Uma foto nova de nossa velha baia do rio Paraguai

Nos vemos pela vida