domingo, 17 de junho de 2012

Monografia - AGRADECIMENTOS



            A quem agradecer? Porque agradecer?... Muitos cruzaram nossos caminhos e nos legaram de alguma forma aprendizados que nos elevaram ao céu ou, nos jogaram terra depois de atirarmo-nos no mais profundo poço!
            Seriamos justos em agradecer só aqueles que nos massagearam o ego? Ou devíamos agradecer também aqueles que nos fecharam os caminhos? Não é fácil demonstrar amor ao próximo quando ele contra tudo o que é racional nos coloca pedras de tropeços.
            Já vivi tempo suficiente para ver o que o poder faz nas cabeças das pessoas, já assisti situações que mais pareciam tramas de filmes ou comédias/tragédias gregas, salpicadas de intolerâncias e prepotências.
            Mas, tudo isso faz parte da jornada: flores e espinhos, e às vezes nos vemos no mais emaranhado espinhal possível, e neste momento nos aparece alguém, que com um sorriso ajuda-nos a vencer as labutas, que com maestria nos lega aprendizados que fará desviarmos dos obstáculos, e nos conduziram as mais belas planícies florais.
            Porem existe aqueles que nos empurram sem piedade para o espinhal, cuidando estarem fazendo um bem maior, pois eles estão dotados de motivos (que atendem só aos seus intentos) e, praticar a vingança ou limpar alguém do caminho é motivo suficiente para tomar decisões unilaterais sem perscrutar e nem se importar com os resultados advindos desta tão malfadada decisão.
            Nesta jornada, agradeço sem dúvida antes de tudo ao Eterno o D´us de Israel a quem me rendo e a quem quero servir, mesmo sabendo pela longa história da vida que aqueles que optaram por segui-lo passou por vários martírios, mas estamos ai, e seguimos a jornada.
            De modo singelo quero agradecer a todos que de alguma forma fazem parte de minha caminhada por essa vida! Aqueles que de perto me acompanharam e acompanham e também aqueles que de longe ou de muito perto jogam pedras, e confesso amigos, tem pedradas que doem muito, e às vezes querem nos tirar da jornada, e doem mais ainda quando portas nos são fechadas, mas o Eterno é maior.
            A minha “espetacular” família que tanto me apoiou, querida esposa e nossos 15 filhos... hun!... família? É... digo... enfim, o que dizer... Agradeço de coração a meu querido pai – Milton Ferreira Soares – que tem me tolerado dia após dia e a quem quero dar lhe duplicadas honras, e que o Eterno lhe agracie sempre e sempre.
            Geisaquele Soares, minha irmã mais bonita e presente, e ao seu esposo Rosmar Nervis, apesar de ausentes, a distância nunca me fez lhes esquecer... obrigado por tudo. Gideão de Souza Soares, o velho ‘Curintiano’ que agora tem assunto nas mesas de debates da Libertadores, o meu carinho especial irmão. E ao Gleidison de Souza Soares e sua esposa Raquel Boeira, que a felicidade sempre possa ser uma parceira inseparável em sua vida.
            Não poderia deixar de fora meu tio que em momentos fáceis e difíceis sempre se mostrou um grande companheiro, Geremias Antonio de Souza, que tudo de bom lhe ocorra.
            Um abraço e um agradecimento mais do que especial aos membros da tão nobre Beit/Cáceres, a comunidade com que a anos comungamos de um mesmo ideal. E ainda um agradecimento extensivo a todos da CINA – Congregação Israelita da Nova Aliança.
            Agradeço ao Professor Ms. Juliano Moreno Kersul de Carvalho pelo apoio e parceria nesta singela obra; aprendi e levarei pela vida muitas instruções colhidas na seara acadêmica, obrigado pelos apontamentos e pelos livros que ampliaram ainda mais meus horizontes enquanto um eterno aprendiz da vida. Agradeço ainda a nobre banca que foi incumbida de avaliar este trabalho, meus sinceros agradecimentos.
            A todo corpo Docente do curso, que além de aprendizado nos legou conselhos para a vida toda, agradeço aos professores que não mediram esforços em ajudar e acompanhar em minha formação. Agradeço também aqueles que foram apenas figurantes neste curso, pois aprendi exatamente como não agir se um dia a vida me proporcionar a oportunidade de ser um mestre.
            Aos colegas de sala, não poderia faltar o meu muito obrigado por tudo, até pelas tiradas às vezes imerecidas não é senhorita... ah deixa pra lá!
            Ao nobre colega de longa data unematiana Emerson Rodrigues da Silva, que a 8,5 anos caminhamos pelas sendas acadêmica, no curso de História e agora em Ciências Jurídicas, obrigado pela parceria. Aos irmãos Odair e Marcio José da Silva que sempre nos tem trazido o forte braço da amizade e companheirismo, o meu muito obrigado.
            Meus caríssimos é sempre presente colegas de faculdade: Marco Antonio Rodrigues da Silva, José Augusto Costa, Luiz Felipe Carniel, Avelino Santiago Sena, João Batista Vanini, Adelk Souza Dantas, Pedro Angelo Ditz, ao nobre colega de sobrenome homônimo: Geraldo Ferreira de Souza, a minha vizinha de rua e colega de curso Claudia Patrícia Rodrigues de Oliveira, Aline ‘Paris’[1], Ângela Maria Martini, e a inesquecível Nayara São Marco Bassaroti, a todos vocês meu muito obrigado por tudo.
            Aqueles que não estão mais conosco no curso, aqueles que o curso da vida os levou a outras rotas, a saber: Jeane Sthefany Barcelos de Souza (você faz muita falta naquela sala – saudades), Eduardo Gonzaga Silva, Leiliane Lopes da Silva, Leandro Nogueira Pressinotti, Alex Queiroz da Silva,Cézare Pastorello Marques de Paiva, Marcelo Kurtz, Taynara Pouso Neves, Auriany Mazzer Marques Silva, Luiz Carlos Pereira Lima, saudades de todos.
            Aos demais colegas de sala: Giovanna, Rafaela, Larisse, Geisybel, Cristiane, Kamilla e o nobre Helder, valeu pela jornada, pelas experiências compartilhadas.
            Um agradecimento a Mayara Ribeiro de Morais, que de certo modo também acabou por fazer o curso, e nos bastidores sempre soube com um sorriso singelo dar alento aos apertos da vida.
            Fica aqui também meu agradecimento aos colegas de serviço, que com incentivo ou com um simples gesto positivo tem dado força para continuar a jornada, agradeço aos colegas do Setor Contábil: Arnaldo, Donatila, Keila Bergamo, sendo esta uma companheira inseparável e de muita estima, e ao nobre colega de quebra cabeça nas Prestações de Contas: Jorge Augusto. Não poderia me esquecer de citar aqui a colega Simone Garcia Paesano, que se transformou alem de uma colega de serviço, em uma amiga. Enfim, a todos da Secretaria de Finanças da Prefeitura de Cáceres, o meu abraço.
            E como poderia deixar passar em branco os nomes de Valéria Alves de Souza e Demis Rogério Rodrigues Costa, nobres colegas da Secretaria de Governo que sempre nos divertimos até mesmo nos momentos mais complicados de nossas labutas, o meu carinho.
           Aos amigos conhecidos e anônimos, onde quer que estejam meu muito obrigado, aos amigos virtuais que a vida não proporcionou ainda conhecer de rosto, meu agradecimento pelas palavras de apoio e incentivo, entre outros Senhorita Michelli Cristina Ferreira Guarezi.
            Enfim, a todos o meu sincero agradecimento.
            Que D´us incute em mim essa sabedoria de nunca, NUNCA querer o mal a meu próximo e que todas as minhas decisões possam ser visando a inclusão e nunca a exclusão e que possa sempre estar lembrando de princípios tão primordiais que fizeram e fazem parte da vida daqueles que se curvam as leis dos filhos de Israel, a saber: Solidariedade, ser Justo e, sobre tudo ser Imparcial sempre.


[1] Aline França da Silva Santos – as vezes a chamava de Aline ‘Paris’.


Texto: É nosso mesmo, versão final dos Agradecimentos da Monografia
Foto: Um dia desses ai - mês de junho/2012 que fez um friozinho bom, enquanto monografava.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Não Concordas? Fazes Bem.


O bom do mundo é que tem gosto para tudo,
Sendo assim, desnecessárias seriam tais escritas,
Pois cada um vive como quer, meneados pela sua própria estupidez,
Regado pelo livre arbítrio de pensarmos que nossa tese é a correta.
MAS... Existem regras! – seguem as regras quem quer ou quem tem juízo.
Às vezes penso que sou desajuizado,
Pois regras, parecem que não foram feitas para mim,
Bom senso? Sempre é bom. Há contraditório.
Insurgir! Poderá abrir novos horizontes. PODERÁ.
Tente! Não custa nada, bom... Assim espero.
Não concordou? Discorde, apenas deixe isso claro.
O bom da vida é: tem gosto pra tudo.

Texto: Gimerson
Foto: do google por ai!

domingo, 6 de maio de 2012

Porque não tenho Facebook?

Algumas vezes amigos, desconhecidos e afins, me perguntam porque não tenho o bendito treco ai acima descrito. A Resposta mais obvia e direta seria: Porque não quero.
Mas como em todos casos o discurso e as inquisições e inquirições nos requisita uma resposta fundamentada nem que seja em nada. Pois bem, vamos lá.
Serio?... tenho que discursar a respeito do porque não quero?... o simples fato de não querer já não vale como  uma resposta sensata, real, integra e completa?
Sabe! vejo tudo isso como uma redoma onde muitos buscam sensação de pertencimento ou auto inclusão, pois não vivem mais sem tais coisas, o que é uma falácia, pois se vive sim sem tais "ferramentas de sociabilidade". Lembrei-me de uma fala que ouvi outro dia, que nas receitas de Chantili não tem mais como fazer manualmente, somente usando aparelhos elétricos... vá cata coquinho... quando inventaram o bendito creme com nata e açúcar existia energia elétrica?
Tudo bem que é uma falsa sociabilidade pois dos trocentos e tantos "amigos" que se tem nessa coisa é de se garantir que não é amigo com todas as letras nem de 10%, por isso mesmo disse que é uma busca por pertencimento. Tem se a necessidade quase incontrolável de dizer que faz parte de algo maior.
Mas porque não buscam extrapolar? porque não buscam sair dessa redoma de vidro e vivenciarem um contato real? porque precisam tanto ficar olhando de hora em hora se recebeu um comentário ou se sua foto caiu no gosto dos "Amigos"? estranhos tudo bem, mas amigos.... kkkk, vai lá entender.
De nada vale amigos virtuais se quando você os encontra na vida real mais parece virtuais, distantes, sem semblantes, mascarados, fingindo que ainda estão dentro das redomas que os protegem. E assim não sentem remorso algum de continuar ignorando a existência do próximo. Não é mesmo José, Maria, João, Rachel, Felipe, Mirian, Marina, Kamila, Pafuncia, Fulano e Cicrano, Poetas e Filósofos!?.
SÓ LEMBRANDO QUE EXISTEM EXCEÇÕES A REGRA.... MAS AQUI FALO DA REGRA.
Orkut?... sim tenho e ainda não o excluí - Porem foi suficiente para não avançar à outro site de relacionamento, já foi suficiente navegar entre correntezas mascaradas de pertencimento.
Mas... você nunca mais ingressara em sites de relacionamentos?... NÃO!, não sei, o tempo dirá.

Texto: Meu!
Foto: Copia de algum lugar ai pelo Google afora!

domingo, 18 de março de 2012

Ah! Sim, estivemos no Congresso!

Enfim!... Dez anos apos a última caravana, no final do ano próximo passado estivemos em Ctba no Congresso!

Foi muito gratificante lá estar apos alguns anos de ausência!... pois meu último Congresso  foi em 2007.

Sim, algumas coisas mudadas, tais como um amplo lugar, muito mais pessoas participando entre outras cositas mas!

Rever velhos amigos, conhecer novas pessoas (isso é meio incógnita) porem pelos menos se visualizou!

Fazer parte da velha guarda as vezes não tem lá tantas vantagens... corredores corriam, cadeiras vazias, escadas largas!... o tempo passa, passa também velhos hábitos que se repetem aos novos, porem já foi. Nada é  como dantes, a não ser pra quem esta sendo, pensando que é original algo que já foi.

A melhor coisa que lá fiz foi observar!... correr parado, vendo tudo passar!... passa tempo, passa gente, passa criança chega o adulto! quantas crianças, hoje adultas, quantos adultos? muitos já foram.

O fim de tudo?... Ano que vem Yerushalaim... correr pois de tal forma para lá chegar!... ou não. Depende de cada um!... eis a vantagem de tudo... tudo é personalíssimo! mesmo sendo erga omnes.

Ano que vem! Yerushalaim.

Texto: Gimerson
Fotos: de algumas maquinas presente ao evento!

1ª Fto - Danças durante o evento;
2º Fto - Preparo para saída de Ctba.
3ª Fto - Velhos amigos: à Dta Sidney, à Esquerda Antonio Carlos

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O Cara que da Bom dia ao Espírito Santo


Outro dia me pediram para ler um livro: "Bom Espírito Santo" com a finalidade de emitir uma opinião e/ou compreender sobre o assunto "trindade".

Tal pedido remota a uma fala onde disse que não comungo com a crença da trindade, pois sigo o pensamento Bíblico/judaico da Torah, que crê na existência de apenas um D´us, aquele que é expressado na Oração do Shemah (números 6) "Adonai Echad" - (O Eterno é Um), ou seja, não existe uma pluralidade de deuses, ou ainda uma tríade como era conhecido e reverenciado entre povos pagãos a saber: babilónicos, romanos, helenistas e outros.

Bom, andei lendo o tal escrito e afins, andei vendo alguns vídeos de seu autor, o renomado (entre os evangélicos mais liberais) Benny Hinn que busca de um modo peculiar instigar em seus leitores e ouvintes à existência palpável do Espirito Santo, considerado pelos que acreditam na existência de três deuses (os triteístas, trinitarianos) como sendo a 3ª pessoa da trindade.

O fato é que Benny Hinn quer provar a existência de uma tal 3º pessoa que compõe a trindade apenas com o que eles chamam de "experiência pessoal com a divindade", lançando aos olhos de quem quer ver e aceitar provas totalmente desfundadas de respaldo Bíblicos, ou seja apelam apenas para o emocional das pessoas.

Destarte, não me convenceu nem a ponta da unha os relatos de aproximação que o nobre escritor lá teve com o Espírito Santo, pois nem ao menos usou argumentos para provar tal existência. Inclusive muitos Protestantes / Evangélicos respeitados no meio, critica a forma de agir de Benny Hinn que procura apenas persuadir por meios emocionais.

Logo, como posso ponderar a respeito, fazer uma analise acurada de "experiências pessoais"?... seria o mesmo que contestar/refutar um ufólogo somente por seus relatos, pois sem provas fidedignas não há como acreditar na existência de outros seres.

Me valeu apenas como conhecimento, pois o saber - dizem os sábios - nunca ocupa lugar! e ainda reforçado pela atitude Bereana, de ouvir e ir procurar saber se procede da verdade quaisquer informação. Ahhh! só a titulo de informação Espírito, procede da palavra grega Pneuma, que é Ar, Assopro, Vento e afins... enfim, alguma coisa neutra. Não é sem razão que o pneu que você conhece tem esse nome porque segura o espírito, digo o vento. Enfim... assunto para outra mesa redonda.

Há propósito, tem vídeos no you tube que mostram as performances "espirituais" do referido homem que da bom dia ao espírito santo. Para tanto basta digitar o nome do mesmo em site de busca.

Texto: Gimerson
foto: Benny Hinn - imagem no google

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Nona Porta!


Parecia tão longe outrora...

És que mais uma porta adentramos... a penúltima porta... a Nona Porta.
Agora só falta mais uma, e mais uma experiencia de vida será concluída.

Até agora foram 4 longos anos (ou curtos... como o tempo passa rápido)... de convivência, de divergência, de aprendência, e desaprendencia (cria-se até novos conceitos... rs).

Visualiza-se fortes amizades, lindas falsidades, belas demagogias e poucas sinceridades...

onde, Professores fingem que dão aulas e Alunos fingem que estudam... ki beleeezzzza!

Mas há controvérsia... ohhhh se há.

Mas seguimos nosso caminho...

E pra não ficar só em minhas palavras cito uma celebre frase da nobre bruxa no Pica-pau:

"E lÁ VAMOS NOIS".... kkkkk

Texto: Gimerson
Foto: plaqueta na porta da Unemat. por Gimerson

domingo, 23 de outubro de 2011

MONOGRAFIA - Para Conclusão do Curso de Ciências Jurídicas

Mais uma vez o cenário se avizinha, e prestes estamos a redigir mais uma Monografia, desta vez para a Conclusão do Curso de Ciências Jurídicas, e o Tema proposto me é inerente, uma vez que sempre gostei de enveredar entre os saberes da religião.

Eis o tema:

A INFLUÊNCIA DO POVO DO LIVRO SOBRE O ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO.

Enquanto Justificativa, temos:

Analisar este tema trará a tona uma discussão pouco usual, uma vez que o ensino majoritário diz que nosso ordenamento jurídico sofreu/sofre influência de normas vindas de povos tais como romanos, gregos, babilônicos seguidos de germânicos e afins. O que não deixa de ser uma verdade.

Porém temos muitas verdades, e escolher uma em detrimento de outra faz nos lembrar da celebre frase de Albert Einstein (que a propósito é membro do Povo do Livro), onde nos relatou: “Se a Teoria da Relatividade se mostrar correta, os alemães me chamarão de alemão, os suíços dirão que sou suíço e a França me rotulará de grande cientista; se estiver errada, os franceses dirão que sou suíço, os suíços me chamarão de alemão e os alemães me acusarão de judeu.” Ou seja, a verdade “salutar” será sempre aquela que interessa a uma determinada situação, onde favoreça o detentor do discurso oficial.

Mostrar que muito do nosso Ordenamento Jurídico procede dos hebreus, evidencia – e ouso dizer – que muito do que temos de direito “romano”, “germânico” entre outros também sofreram influência das normas daquele povo que outrora fora nômade e fixaram seus limites a uma das margens do Grande Mar.

Porque digo isso? Partindo do próprio conceito de vários autores, onde mostram que o direito romano, por exemplo, em seu apogeu, remonta a algumas poucas centenas de anos a.C. já os escritos e relatos das normas e preceitos dos hebreus remontam há muito mais tempo.

Não pretendo esgotar o assunto, muito menos reverter os conceitos já fixados pela historiografia jurídica, tão somente pretendo elucidar, enfocar, conversar, apontar que existem outros parâmetros que explicam nossa herança Lex.

Destarte faz jus, ponderarmos a respeito da temática proposta, que per si, justifica o embate teórico metodológico que pensamos em trançar, redigindo assim texto e contexto desta tão bela e por vezes intrigante história de um povo que tem ao longo da história mundial, dado sua contribuição para fomentar aquilo que é justo.


Texto: Gimerson

Foto: google imagem