Parecia tão longe outrora...
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
A Nona Porta!
Parecia tão longe outrora...
domingo, 23 de outubro de 2011
MONOGRAFIA - Para Conclusão do Curso de Ciências Jurídicas

Mais uma vez o cenário se avizinha, e prestes estamos a redigir mais uma Monografia, desta vez para a Conclusão do Curso de Ciências Jurídicas, e o Tema proposto me é inerente, uma vez que sempre gostei de enveredar entre os saberes da religião.
Eis o tema:
A INFLUÊNCIA DO POVO DO LIVRO SOBRE O ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO.
Enquanto Justificativa, temos:
Analisar este tema trará a tona uma discussão pouco usual, uma vez que o ensino majoritário diz que nosso ordenamento jurídico sofreu/sofre influência de normas vindas de povos tais como romanos, gregos, babilônicos seguidos de germânicos e afins. O que não deixa de ser uma verdade.
Porém temos muitas verdades, e escolher uma em detrimento de outra faz nos lembrar da celebre frase de Albert Einstein (que a propósito é membro do Povo do Livro), onde nos relatou: “Se a Teoria da Relatividade se mostrar correta, os alemães me chamarão de alemão, os suíços dirão que sou suíço e a França me rotulará de grande cientista; se estiver errada, os franceses dirão que sou suíço, os suíços me chamarão de alemão e os alemães me acusarão de judeu.” Ou seja, a verdade “salutar” será sempre aquela que interessa a uma determinada situação, onde favoreça o detentor do discurso oficial.
Mostrar que muito do nosso Ordenamento Jurídico procede dos hebreus, evidencia – e ouso dizer – que muito do que temos de direito “romano”, “germânico” entre outros também sofreram influência das normas daquele povo que outrora fora nômade e fixaram seus limites a uma das margens do Grande Mar.
Porque digo isso? Partindo do próprio conceito de vários autores, onde mostram que o direito romano, por exemplo, em seu apogeu, remonta a algumas poucas centenas de anos a.C. já os escritos e relatos das normas e preceitos dos hebreus remontam há muito mais tempo.
Não pretendo esgotar o assunto, muito menos reverter os conceitos já fixados pela historiografia jurídica, tão somente pretendo elucidar, enfocar, conversar, apontar que existem outros parâmetros que explicam nossa herança Lex.
Destarte faz jus, ponderarmos a respeito da temática proposta, que per si, justifica o embate teórico metodológico que pensamos em trançar, redigindo assim texto e contexto desta tão bela e por vezes intrigante história de um povo que tem ao longo da história mundial, dado sua contribuição para fomentar aquilo que é justo.
Texto: Gimerson
Foto: google imagem
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Chag Sameach Sucot (Feliz festa das Cabanas)
Para muitos, mais uma data qualquer;Para outros sim, sabem da data, porem são indiferentes: (Jesus veio abolir tudo da velha aliança, menos os dízimos é claro. É, mas... uma gama de leis que lhes convêm, ainda estão em vigor... kkk, vai entender esse povo).
Em Levíticos 23: 33-35, 39 temos:
Lendo ainda em Zacarias 14: 16 temos:
Que o Eterno abençoe seu povo hoje e sempre... e que aqueles que por ignorância não cumpre os preceitos do Eterno, que Ele tenha misericórdia alcançando-os; Mas aquele que não os cumprem por puro capricho, que NÃO sejam contados como herdeiros das promessas feitas ao pai Abraão.
domingo, 18 de setembro de 2011
10 ANOS DEPOIS

Um antigo sonho acalentado pela necessidade e vontade de voltar novamente ao Congresso com um ónibus, será realizado novamente após 10 anos de espera.sábado, 4 de dezembro de 2010
Maquiando a História de um Povo!
Deixem-se por um momento os homens ao seu próprio julgamento da interpretação da profecia e teremos imediatamente as mais sublimes exibições da fantasia humana.
AHMADINEJAD é URIAH SMITH!?...
O que tem surgido de pessoas a bel prazer interpretando a Bíblia e/ou minimizando certos pontos da existência de Israel, não é brincadeira, cada interpretação mais milaborante do que a outra, e o absurdo que chega ser gritante, é alguns (re)interpretando o óbvio, buscando a todo custo burlar / maquiar a história de um povo para de alguma maneira levar avante seus intentos.
O que tem estes dois figurões com isso? Pois bem, Ahmadinejad, isso não é segredo, vive por ai dizendo que o Holocausto não existiu, ou que não foi assim de elevadas proporções, mas que é invenção para justificar o retorno de Israel a sua pátria etc etc. Qual o propósito deste eminente presidente?...Motivações políticas?... Daria para escrever um livro sobre as pretensões dele.
Mas e Uriah Smith? Quem é ele?... Este foi por mais de 50 anos Editor da Revista Adventista, e pensar que um obreiro da IASDMR me apresentou ele como um Historiador sem vínculos religiosos, pelo menos quando conversávamos, ele não quis me dizer se tal escritor tinha vinculo com religiões, só me dizia: “ele é um historiador” por mais que eu insistisse. Porem, seguir o exemplo dos bereanos faz bem.
Uriah Smith em seu livro: “As Profecias de Daniel”, busca a qualquer preço distorcer a história do povo de Israel e acaba minimizando os acontecimentos na busca enlouquecida de provar que Ellen White, sua profetisa maior, estava correta nas interpretações dada ao livro de Daniel, no caso aqui o que concerne à profanação do santuário por 2.300 tardes e manhã (Daniel 8:14).
No citado livro, na pagina, 122 a 125 (2ª edição – julho de 1994), Smith diz que Antíoco IV Epifanes, não foi assim um rei tão poderoso, não devastou nem conquistou muitas coisas não, daí não pode ser ele aquele que cumpriria a profecia de Daniel 8:14, como sendo a ponta pequena do bode. Mas que a ponta pequena ali referida na verdade é Roma. Mas a real intenção é forçar, burlar, maquiar, pois se aceitarem a história como ela é, que Antíoco profanou o santuário, cai por terra toda a estrutura “adventista” de ser. Por isso a necessidade de acabar na teoria deles com a história do povo de Israel.
Hoje é 27 de Kislev, (04-12-2010) o terceiro dia de comemoração da Dedicação do santuário purificado por Judas Macabeus e seus companheiros. Esta é a festa de Chanuka, também conhecida como festa da Dedicação, ou das Luzes, o próprio Jesus freqüentava esta festa (João 10:22). Antíoco profanou, porem D´us já havia dito que seria o Templo purificado ao fim de 2.300 tardes e manhas, ou seja: 2.300:2=1.150 dias de profanação onde o santuário foi deitado por terra e oferecidas abominações no Templo de D´us, pelo vil e abominável Antíoco IV Epifanes.
Para ficar mais claro, foram cessados 2.300 sacrifícios, por isso é dito que a profanação duraria 2.300 tardes e manhãs, como morria um cordeiro pela manhã e outro pela tarde (Êxodo 29: 38,39) temos um total de 1.150 dias de profanação, e ao final da profanação quando tudo fosse purificado voltaria normalmente oferecer sacrifícios no Santuário, o que não bate com as falácias adventistas que diz que a purificação só ocorreu no ano gregoriano de 1844. Mas espere um pouco? Onde voltaram a oferecer sacrifícios? Não há relato em lugar algum que no templo em Israel é novamente oferecido sacrifício a partir de 1844, e outra, o Templo deixou de existir desde o ano 70 de nossa era, e até o presente momento não se tem noticias de Templo em Israel, e olha que estamos em 2010. Agora me explique com a profanação finalizou em 1844, não deveria voltar os sacrifícios no templo?... Durma-se com um barulho deste.
Enquanto nos livros de histórias do povo de Israel, são relatados que Antíoco foi quem profanou e deitou o santuário por terra, surge centenas de anos depois alguém negando ou minimizando os efeitos desta assolação. Tudo para corroborar falsas profecias de White e seus seguidores.
Enquanto estes dois – e seus seguidores – buscam minimizar a história do povo de Israel, maquiando inclusive a cultura desde povo, D´us os faz seguir caminhando, e como não poderia deixar de ser, estão em mais essa data em toda parte do mundo, onde tem alguém que é ou ama o povo de D´us, comemorando a festa – Chanuka – em memória da purificação do santuário.
“Nos dias dos Hasmoneus iam os helenistas cair sobre mim em enxames, abrindo brechas nos muros das minhas cidadelas e profanando o azeite destinado ao serviço religioso, quando operaste em favor dos Teus queridos, um milagre acerca de um frasco de azeite esquecido. E a fim de perpetuar esta recordação, Israel instituiu oito dias festivos, consagrados aos hinos de regozijo” ( uma estrofe da canção Maoz Tsur).
Texto: Gímerson
Foto: Acendimento da 3ª vela de Chanuka
obs. A primeira frase desta escrita é de Uriah Smith
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
João Ferreira Cardoso

Neste dia 17 de setembro de 2010, João Ferreira Cardoso, carinhosamente chamado por nós de "Vô Ferreira" completaria 101 anos de vida, faleceu em 1993, deixando sua esposa: Ana, 8 filhos, vários netos entre bisnetos...
Jamais teria como narrar toda a trajetória de vida deste saudoso patriarca que até hoje seu exemplo de vida e moral de ilibada fala nas memórias e lembranças de quem com ele conviveu.
Para mim entre outros seu maior exemplo de perseverança foi há busca por algo que não fosse o senso comum, uma busca por algo que destoasse da mesmice religiosa nestes últimos séculos criado, algo que fosse coerente e condizente com os ensinos do 'Apostolo Póla - era como ele dizia o nome de Paulo - sendo este apostolo um de seus referencias em busca da verdade.
Devo confessar que enquanto escrevo, relembrando do vô Ferreira, lagrimas furtivas me escapam, enquanto um nó se forma na garganta...
Um breve roteiro de sua vida religiosa seria: Foi por muitos anos Católico... não sei precisar se praticante; já casado conheceu a Cristã Dalbista (que até o presente momento não consegui muitas informações sobre esta denominação religiosa, porém quero crer que seja a Cristã Evangélica); há relatos que teve uma breve passagem também pela Assembléia de Deus, mas sua busca por algo mais continuou...
Conheceu então a Adventista da Promessa, pois em sua busca creu que o Sábado é um dia especial de adoração a D´us, bem como creu na mensagem sobre se abster de comidas imundas. Porem agora vem uma das partes que mais denota sua busca por seguir o roteiro traçado por D´us num livro conhecido comumente como Bíblia.
Com pouco grau de instrução e com uma leitura fraca, mas o suficiente para analisar as Escrituras, leu meu avô em determinado lugar que: "quem crer e for batizado será salvo..." e isso bateu forte em seu ser, pois ele queria tão somente seguir o que a Bíblia mandava, uma vez que quando ele foi para a Adventista da Promessa, lá foi recebido com o batismo realizado na Cristã Dalbista, bem como sua esposa e vários filhos entre genros e noras, e nesta denominação não se guardava o Sábado bem como não tinha a Abstinência Alimentares.
Relatava ele - e ainda tem em vida todos seus filhos, bem como parentes e amigos que podem confirmar tal história - que procurou os Pastores Promessistas e relatou tal fato, que ele creu, porem não tinha sido batizado... A resposta dos Pastores foi atordoante pra ele quando disseram: "irmão João Ferreira o Sr. já foi batizado, não precisa mais", e quando vô Ferreira argumentou que ele creu em coisas novas, que não cria antes, e precisava ser batizado, pois "quem crer e for batizado será salvo", veio o tiro de misericórdia dos Pastores: "pode deixar irmão João, nos garantimos sua salvação, não se preocupe...". E agora? Voltar ele não voltaria mais, e pra onde ir agora? Meu avô ficou sem norte.
Foi neste ínterim que Amauri Ferreira se desvincula da Promessa e funda a Igreja Adventista da Promessa Conservadora e saiu pelo país espalhando as "boas novas".
Chegando no sitio do Irmão João Ferreira, Amauri lhe comunicou o que se passava... Meu avô não pretendia sair da Igreja da Promessa, apenas queria ser batizado, foi quando Amauri o convenceu que era a mesma fé e que por sua vez o batizaria... E num belo dia lá se foram as águas correntes e batizou-o bem como em determinado tempo batizou sua esposa Ana, seus dois filhos caçulas - Milton e Adil - ainda não teria uma idade conveniente para ser batizado, e estes dois moravam ainda com seu velho pai. Os demais filhos - José, Geraldo, Genaro, Maria, Ilda e Zilda, a maioria destes já casados tinham idade batismal, Lembrando ainda que alguns testes também foram recebidos na Promessa com Batismo em outras instituições.
Pois bem, quando a cúpula da Promessa ficou sabendo que meu velho avô teria sido batizado na Conservadora vieram correndo e batizaram os filhos de João Ferreira, o que o deixou muito triste e indignado com tal atitude, pois ele não queria sair da promessa, apenas queria ser batizado, e como numa artimanha os Pastores da Promessa apunhalaram o Irmão Ferreira.
Chateado com tal situação, isso não é segredo para ninguém, meu avô mau conversava com os Promessistas... E posterior segue-se muitas histórias entre o ranzinza - por causa da situação - João Ferreira e seus algozes Promessistas.
Porém mesmo descobrindo tais verdades e passando por essa injustiça, João Ferreira continua sua saga com sua velha Bíblia lendo e analisando tudo.
Quando então por volta do ano de 1985, alguém anuncia a João Ferreira algo que mudaria totalmente e para sempre o rumo de sua vida religiosa, entre outras coisas lhe anunciaram que “ninguém vai morar no céu, pois a terra foi feita para o homem e aqui ele permanecera e a crença de uma morada no Céu não passa de uma crendice”. Essa fala deixou meu avô intrigado, e como faria um Bereano ele foi ver se era assim mesmo que dizia as Escrituras.
Mas depressa que pode, pediu para alguém mandasse uma carta para que alguém lá da cidade de "som póla" viessem para explicar em que consistia essa teoria, não só essa mas muitas outras, tais como, “trindade é paganismo”, “Origem de um povo e não participação e vinculo com protestantismo”, “que D´us tem um único povo etc etc”.
Algum tempo depois chega alguém para explicar e tirar todas as dúvidas que se poderia ter, e resumindo a História, João Ferreira tomou por fim a decisão que o acompanhou até sua morte, de seguir os preceitos das Escrituras Sagradas, quando em 1986 ele desceu as águas batismais, filiando-se a Congregação do Primeiro Século, a Kehilat Elohin – Congregação de D´us ou como queiram: Congregação Israelita da Nova Aliança, e a ele se seguiu apenas sua esposa: Ana, e dois filhos e uma filha - Milton, Adil e Ilda - os demais permanecem até a atual data, inertes pelo caminho.
Pretendo um dia escrever um relato acurado sobre a vida religiosa de João Ferreira Cardoso, e neste conterá histórias curiosas e engraçadas sobre esta trajetória: como o casamento de uma de suas filhas em um dia chuvoso etc.
Este Senhor é meu exemplo e modelo de vida, sempre em busca de algo mais, ele não desistiu enquanto que por várias vezes com lágrimas o final de suas orações dizia: "...para que possamos entrar na Cidade Santa pelas portas, Amém”.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Glutonaria Confabulada


